Como a vida é feita de mudança, é tempo de inovar e partilhar ideias. Assim nasceu este blog!

sábado, 12 de maio de 2012

Quero chorar


Quero chorar
Não tenho lágrimas
Não consigo libertar
Todo o meu sentimento
Meus olhos a marear
Teimosia de resistir
Tentativa de esconder
Todo e todo o sentimento
Quero chorar
Não tenho lágrimas
Meu rio corre
E não tem saída
Meu coração sufoca
Mais parece uma barragem
E a comporta não abre
Para soltar minha vida

Aida Teixeira

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sonho


Os sonhos
Comandam a vida
Desde o nascer ao sentir
Podem ser de encantar
Fáceis de realizar
Ou nunca chegarem a fluir
Todos sonhamos
Na vida
Como algo de encantar
Sempre tentamos
Lutar
Para os tentarmos realizar
Mas, os sonhos
São por vezes
Apagados pela realidade
O sonho nunca se esquece
Mas a vida faz com que ele
Fique na obscuridade
A esperança acaba ali
A vida parece continuar
Vive-se o dia-a-dia
Sem continuar a sonhar
Mas…
O sonho não morre
Apenas adormece na mente
Até que um dia acorda
E tudo recomeça novamente!

Aida Teixeira

terça-feira, 24 de abril de 2012

Abril….A liberdade!




Abril,      
1974
Dia da Liberdade
Dia de alegria imensa
Que nos deixa a saudade

Abril,
1974
Queda de uma ditadura
Em que depositámos
A esperança na verdade

Abril,
1974
Dia de espingardas com cravos
Que nos deram a alegria
De viver em Democracia

Abril,
Anos depois
A esperança foi cessando
A liberdade ameaçada
E o povo ficou esperando…

Abril,
Anos depois
O País está em crise
O povo desesperado
Com tanta infidelidade

Abril,
2012
Ano de mudança
Vamos continuar a luta
Erguer a voz da esperança
Retomar a liberdade
Como um sonho de criança…

Abril,
2012
Gritemos a voz da esperança
Lutemos contra a derrota
Pois só assim
O mundo muda e avança
Como voo de gaivota!

Aida Teixeira Couto

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ansiedade


É tempo de parar
Ouvir o sonho da vida
E acordar a realidade
Lembrar o passado
Tudo o que a vida nos deu
E libertar a ansiedade
Ansiedade de viver
Sempre em busca da ilusão
P’ra encontrar a felicidade
Mesmo sendo utopia
Todos a buscam na vida
E a esperam com humildade
A espera é longa e triste
Pela demora tão grande
Que ela leva a chegar
E quem espera desespera
E vai perdendo a esperança
Da felicidade encontrar!

Aida Teixeira

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A vida é uma caminhada...




És tu, hoje, que determinas
o que serás amanhã.
Não vivas sempre à espera
de grandes momentos:
festas, férias... para sentires a alegria da vida.
Vive intensamente
cada dia, minuto a minuto,
saboreando este grande dom: a VIDA
O tempo escoa-se e não se repete!
Semeia a boa semente no campo da vida...
Dá tempo ao silêncio
à contemplação
à oração
à paz
à interiorização dos valores.
Assim,
descobrirás cada vez mais
que ser pessoa exige uma abertura
ao AMOR,
ao SERVIÇO,
à PARTILHA.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Tristeza


Tristeza,
Que calas fundo
Bem dentro do meu ser,
Não há nada
Que me impeça
De um dia não te querer!

Para que
Me atormentas,
Se a ti não ligo e renego?
Porque me persegues
Quando de ti longe fico
E de ti me despego?
Tristeza,
Que me fustigas
Com teu doce cativar
Não, não cedo
Sou forte e não quero
Por ti deixar-me levar!
Só a minha
Vontade impera,
Neste intenso mandamento.
Tristeza,
Não conseguiste
Invadir…
…meu pensamento
E é este
Cantar de vitória
Que engrandece o meu ser!
Sou mais forte
Do que tu
E sem ti, hei-de sempre viver !

Aida Teixeira

Lágrima de preta



Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
(António Gedeão)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Questões




No cimo do monte
Eu espero
Pela brisa que corre no ar

Respiro ar puro
Do campo
E avisto ao longe o mar

Abro a alma
À natureza
E me entrego sem contemplação

Vislumbro
Ao longe o reflexo
Duma luz cheia de emoção

Uma luz brilhante
E fugidia
Como pássaro a saltitar

Um foco
De esperança e alegria
Que eu tanto quero agarrar

Será que fico
Ou vou
Até a luz alcançar?

Será que a luz
Não foge
Será que a consigo agarrar?

Tento, luto,
Corro, salto,
Esbracejo até me cansar!

Chamo, grito,
Rodopio, voo alto,
Até conseguir lá chegar!

Enfim, cheguei!
E agora?
Que digo… que faço…
Para com o brilho da luz ficar?
Baixinho, pergunto:
Posso?
E sussurro…
Contigo eu quero brilhar!....


Aida Teixeira

sábado, 14 de abril de 2012

As minhas ervas aromáticas

Existem alturas na nossa vida em que nos apetece fazer coisas diferentes.
A vida é feita de gestos simples, mas que nos dão prazer....

Este fim de semana resolvi criar o meu cantinho de ervas aromáticas. Já tenho hortelã, coentros e salsa, mas faltava-me mais qualquer coisa.

Coloquei mãos à obra e aqui estão as minhas ervas que darão mais sabor a alguns cozinhados.

E ao vê-las crescer a sensação de o tempo passar sabe bem melhor...










quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mousse de Morango



Ingredientes:
300g de morangos (devidamente arranjados e lavados)
1 lata de leite condensado (pode ser light)
1 gelatina de morango

Preparação:
Prepare a gelatina como diz na embalagem, mas atenção, somente com 2,5dl de água (metade da água) e deixe arrefecer.
No liquidificador coloque o leite condensado, os morangos e a gelatina (já fria). Bata tudo muito bem.
Deite o preparado numa taça e leve ao frigorifico.
Sirva enfeitado com morangos e umas folhinhas de hortelã.
Bom apetite!

Borrego Assado



Vem aí a Páscoa e não pode faltar na mesa o tradicional borrego assado.
Aqui vos deixo a receita que costumo fazer:

Ingredientes para 6 pessoas:

1,200kg de borrego (ou cabrito)
2 dentes de alho
sal e pimenta q.b.
1 colher de  sopa de colorau
1 ramo de salsa
2 folhas de louro
azeite q.b.
1dl de vinho branco
2 colheres de sopa de mel
1,200kg de batatinhas pequenas
alecrim

Preparação:

Depois de limpo e partido em pedaços (ou se preferir, inteiro)  tempere o borrego com sal, pimenta e colorau e esfregue-o com azeite. Deixe ficar de um dia para o outro.
Descasque as batatinhas, coloque-as numa assadeira e tempere-as com sal, pimenta, azeite e alecrim.
Coloque o borrego numa outra assadeira e regue-o com o vinho branco, espalhe por cima a salsa picada, o louro, o alho picado, uns raminhos de alecrim e o mel
Leve a assar o borrego a as batatinhas em forno moderado (180ºC) e tapado com papel de alumínio. Mais para o fim da cozedura retire o papel e aumente a temperatura do forno até ficarem lourinhos.
Acompanhe com esparregado ou legumes cozidos e, se gostar, um arroz de forno.

Bom apetite!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Folar da Páscoa



Ingredientes:

800 g de farinha
100 g de margarina
35 g de fermento de padeiro
250 g de açúcar
3 ovos
2 dl de leite morno
sal, canela e erva-doce q.b.
3 ou 4 ovos cozidos para enfeitar o folar

Preparação:

Dissolva o fermento num pouco de leite morno e junte alguma farinha.
Faça uma bola bem húmida e deixe levedar 20 minutos.
Amasse a restante farinha com o açúcar, o leite e os ovos e junte a bola de fermento.
Bata bem.
Acrescente a manteiga, o sal e as especiarias.
Bata até a massa se soltar da tigela.
Deixe levedar numa tigela tapada com 1 manta, em local protegido e ameno, durante + ou - 3 horas.
Faça então uma bola ligeiramente achatada, onde coloca os ovos previamente cozidos e frios.Com um pouco de massa faça uns cordões que coloca a rodear os ovos.
Pincele com gema de ovo, deixe levedar mais 1 pouco e leve a forno quente (200ºC) até ficar bem corado e cozido.
Eu costumo fazer vários folares mais pequenos, só com um ovo cada.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Meu Pai

 
 
Partiste,
Não estava à espera…
Pensei que ficavas
Sempre comigo
Partiste,
Sereno e em paz…
Deixaste a saudade
Do tempo vivido

Lembro o teu olhar,
Tão doce e meigo…
As palavras de Amor
Com que me brindavas
Lembro o teu afago
A tua mão na minha
O sabor do teu beijo
Que sempre me davas

Partiste,
Mas estás atento…
A tudo o que faço
A tudo o que digo
Partiste,
Mas sei que me esperas
Com a tua ternura
E um dia irei ter contigo

Partiste,
Mas estás a meu lado
Sempre a proteger-me
Meu PAI adorado!

Aida Teixeira Couto

Pai



O Pai Terra de semente inculta e bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.

Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.

Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.

Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.

Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.

O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.

Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...

E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei.

Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Tradução de Rui Lage
/

sexta-feira, 16 de março de 2012

DESABAFO

Na fila do supermercado, o homem da caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma vez que os sacos de plástico não são amigos do meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente!
– Você tem razão – responde a senhoraidosa – a nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava-as de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de as tornar a utilizar, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamosaté ao comércio, em vez de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos de caminhar dois quarteirões.
Mas você tem razão. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Naquele tempo, as fraldas dos bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 2200 Wts. A energia solar e eólica é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma televisão ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha um ecrã do tamanho de um lenço, não um ecrã do tamanho de um estádio; que depois será descartado, e como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo à mão porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para enviar pelo correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico com bolhas ou pellets de plástico que duram quinhentos anos para se degradarem. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva que exigia músculos. O exercício era extraordinário e natural, e não precisávamos de ir a um ginásio e usar máquinas para fazer de conta que caminhamos e que também funcionam a electricidade. Preferíamos caminhar na cidade ou no campo.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora envenenam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas (afiáveis), e agora deitamos fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina deixou de cortar.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro e os meninos iam de bicicleta ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe ou o pai como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos apenas uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é engraçado que a actual geração fale tanto no meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

sábado, 7 de janeiro de 2012

Compulsão alimentar, reconheça as causas e possíveis tratamentos





No primeiro artigo do ano, que tal falarmos do mal que atinge a grande maioria que está na luta contra os quilinhos extras, a Compulsão alimentar.
Considerado um distúrbio alimentar grave e que se não for cuidada pode levar a outros problemas ainda mais graves que à obesidade. Embora ocorra com mais frequência em mulheres e com pessoas já em situação de sobrepeso, é uma doença que não escolhe idade, sexo e nem classe social.
O compulsivo sofre muito com essa condição. Após o ciclo compulsivo, sentimentos como vergonha, frustração e revolta consigo mesmo, pela falta de controle são comuns. Sempre prometem para si mesmos que vão parar, que amanhã vai ser diferente, mas quando a compulsão chega, não conseguem se controlar.


Origem e Causa da Compulsão
A origem da compulsão, segundo especialistas, se dá a um desequilíbrio nos neurotransmissores e esse desequilíbrio pode resultar a algo semelhante como um vício, onde a comida se torna uma obsessão e a pessoa age como uma verdadeira viciada, quase sempre comendo escondido e com grande sentimento de culpa por não conseguir se conter.
Apesar da semelhança com a bulimia, a compulsão se difere apenas em um ponto: Não sente necessidade de vomitar depois do abuso alimentar. Ao invés disso, utilizam laxantes como forma de se livrar dos excessos alimentares. Dentro do espectro da Compulsão, tem a Compulsão Alimentar Nocturna, que é quando os impulsos acontecem de noite ou até mesmo de madrugada.
As causas para esse desequilíbrio dos neurotransmissores, podem ser várias e só o médico poderá avaliar, mas em boa parte dos casos, os motivos podem ser de ordem genética, psicológica, fragilidade emocional aliada a um desequilíbrio hormonal, como no caso de mulheres que estão no período pós parto.
Algumas dessas mulheres ficam muito vulneráveis e acabam sendo um prato cheio para desenvolver a compulsão, justamente pela montanha russa hormonal aliada à grande responsabilidade de ser mãe. Enfim, um momento mágico na vida, mas que pode deixá-las bastante fragilizadas.

Sintomas da Compulsão
Muitas vezes, o compulsivo demora a entender que está doente e a procurar ajuda, o que pode ser um grande problema, já que a compulsão, se não for tratada, pode se tornar em bulimia, um distúrbio ainda pior que a compulsão. Veja alguns sintomas típicos que podem ocorrer aos compulsivos:
·         Come quantidades anormais de comida em um espaço muito curto de tempo.
·         Come rapidamente, praticamente mal mastiga os alimentos.
·         Na maioria das vezes comem sozinhos, justamente porque têm vergonha das pessoas o verem comendo desenfreadamente.
·         Durante a compulsão, sentem um grande alívio misturado a uma sensação indescritível de prazer.
·         Durante a crise de compulsão, sente uma vontade enorme de comer, mesmo se sentindo saciada e sem fome.
·         Logo após a compulsão, se sente arrependido, frustrado e envergonhado.
·         O compulsivo pode ter indícios de depressão, baixa auto-estima ou sentir-se revoltado com si mesmo.
·         O compulsivo geralmente recorre a dietas malucas para perder peso rápido, o que gera muita ansiedade e sensação de fracasso pelas tentativas mal sucedidas.
·         A rotina de um compulsivo é cíclico, alternadas com momentos de impulso em comer com momentos mais brandos, onde tenta o equilíbrio alimentar, logo interrompido por um novo impulso, ou seja, um círculo vicioso sem fim.

Tratamento da Compulsão
A Compulsão Alimentar, devido a sua complexidade, requer um tratamento médico, nutricional, assim como, terapia comportamental e psicológica. Após uma avaliação na saúde do paciente, o médico poderá ou não receitar um medicamento para ajudar a reequilibrar os neurotransmissores.
Suporte psicológico também é essencial, já que o distúrbio está intimamente ligada a questões emocionais. Aplicação de Terapia Cognitiva Comportamental vem dando bons resultados no tratamento, ajudando o compulsivo a ter mais controle sobre as suas acções e a deixar gradualmente os comportamentos inadequados.
Um nutricionista também é importante para orientar o compulsivo a comer adequadamente, ensinando-o a comer de forma fraccionada e lenta. A acupunctura também pode ser um grande aliado ao tratamento.
Há ainda o Comedores Compulsivos Anónimos, uma entidade criada para auxiliar os portadores desse transtorno. Lá, o compulsivo pode obter mais informações, a respeito da doença, assim como compreensão e apoio de pessoas que sofrem do mesmo problema.
A Compulsão não é uma doença incurável. Mais de 80% das pessoas que procuram tratamento, tem os sintomas reduzidos, resultando em uma melhora significativa e até mesmo a cura do transtorno em menos de 1 ano, após iniciar o tratamento.