Redonda e distante
Como sábia observadora
No alto do céu
É nossa admiradora
Branca e altaneira
Com o seu jeito e graça
Vai mudando sua forma
Conforme o tempo passa
De dia se esconde
Sempre muito recatada
Só à noite aparece
Toda iluminada
Nas suas diversas fases
Cada uma é diferente
Lua cheia, quarto minguante
Lua nova, quarto crescente
Em tempo idos
Foi digna de louvor
Por ela se guiavam
A grávida e o agricultor
Hoje já ninguém lhe liga
Com aquele velho fervor
Só nas noites de luar
Para quem descobre o amor!
Aida Teixeira

Sem comentários:
Enviar um comentário